Pesquisar no site
31 resultados encontrados com uma busca vazia
- Buscarita | Sobre o tema
Sobre o tema Livros, filmes e documentos para se aprofundar La historia de Abuelas Abuelas de Plaza de Mayo El padre en la apropiación de niños María Elena Domínguez Argentina 1985 (2022) Santiago Mitre 500 - Os Bebês Roubados pela Ditadura Argentina (2013) Alexandre Valenti Las Abuelas y la genética Abuelas de Plaza de Mayo Las viejas Madres de Plaza de Mayo Línea Fundadora A História Oficial (1985) Luis Puenzo 99,9% - La ciencia de las Abuelas (2012) Canal Encuentro Ciencia x la identidad Banco Nacional de Dados Genéticos La Convención sobre los Derechos del Niño en la Argentina Carla Villalta e Soledad Gesteira O Dia em que Eu Não Nasci (2011) Florian Cossen Pañuelos para la Historia (2015) Alejandro Haddad e Nicolás Valentini La biografía de Estela de Carlotto Javier Folco No nos han vencido Luis Zarranz La Casa de los Conejos (2021) Valeria Selinger Secreto a Voces (2018) Misael Bustos Confira a lista de referências utilizadas no projeto
- Política de Privacidade | Moray Dive School
Política de Privacidade Uma política de privacidade é uma declaração que comunica algumas ou todas as formas como um site coleta, usa, divulga e administra os dados de seus visitantes e clientes. Ela cumpre a exigência legal de proteção à privacidade do visitante ou cliente. Cada país tem suas próprias leis, com requisitos que variam segundo a jurisdição em relação ao uso de políticas de privacidade. Certifique-se de cumprir a legislação relevante para suas atividades e localização. Em geral, o que é preciso abordar na Política de Privacidade? Que tipo de informações são coletadas? Como as informações são coletadas? Por que você coleta as informações pessoais? Como você armazena, usa, compartilha e divulga informações pessoais de quem visita o seu site? Como (e se) você comunica isso aos visitantes do seu site? O seu serviço segmenta e coleta informações de menores de idade? Atualizações da Política de Privacidade Informações de contato Confira este artigo de suporte para receber mais informações sobre como criar uma Política de Privacidade. As explicações e informações fornecidas aqui são apenas exemplos gerais. Não confie neste artigo como orientação jurídica ou como recomendações sobre o que você realmente deve fazer. Recomendamos que você busque orientação jurídica se precisar de ajuda para entender e criar sua política de privacidade.
- Buscarita | Buscas das Abuelas de Plaza de Mayo
Buscar até o último As detetives Depois das infrutuosas visitas a delegacias, quartéis, hospitais e igrejas, tanto as Madres quanto as Abuelas começaram a buscar seus filhos e netos por outros meios. Muitas recorriam a conhecidos que tinham contato com alguém que poderia ajudá-las fornecendo informações ou até intermediando encontros com autoridades. Mas elas não podiam contar com a boa vontade daqueles que governavam o país naquele momento. Então, deram início a suas próprias investigações. As Abuelas incorporaram um verdadeiro papel de detetives. Além de interrogar vizinhos e potenciais testemunhas dos sequestros de seus filhos e netos, iam a escolas no horário de saída e se escondiam atrás de árvores ou carros enquanto procuravam por alguma criança que se parecesse com algum dos netos. “Outras avós fingiam ser vendedoras de produtos infantis. Tocavam a campainha e diziam: ‘Há um bebê nesta casa? Porque isso se usa assim…’. Dessa forma conseguiam dados e, em alguns casos, chegavam a ver a criança”, conta Nélida Navajas, avó que foi durante muitos anos secretária da instituição, no livro “La Historia de Abuelas”. “Estela [de Carlotto] propôs que formássemos equipes, e nós concordamos. Entrei em investigação. Deram-me uma câmera fotográfica e eu saía em meu Fiatzinho [Fiat 600]. No lugar indicado, levantava o capô do automóvel, como se tivesse algum defeito, e tirava fotos das crianças. Também conversava com as professoras e com as diretoras. Algumas me recebiam bem, outras, não. Às vezes me punham para fora da escola ou me perguntavam o que eu fazia com o carro em frente à porta, e eu lhes dizia que estava esperando minha neta.” Elena Opezzo ao livro “La Historia de Abuelas” CREATIVE COMMONS As primeiras denúncias de possíveis casos de apropriação vieram em papeizinhos que eram entregues a elas nas rondas da Praça de Maio. Um endereço e a informação de que um casal havia aparecido de repente com um bebê eram suficientes para que lá fossem as Abuelas tentar descobrir mais alguma coisa. Elas foram formando dossiês de investigação com relatos de testemunhas, depoimentos de familiares, denúncias, fotos e todo tipo de documento que pudesse ajudar na busca. Esses arquivos eram compartilhados com autoridades e personagens públicos com o intuito de ampliar cada vez mais o alcance sobre o que estava acontecendo na Argentina. As primeiras restituições A localização das irmãs Tatiana Ruarte Britos e Laura Malena Jotar Britos, em março de 1980, trouxe o fôlego de que as Abuelas precisavam. Depois de uma denúncia, as Abuelas foram até o juizado de menores onde corria um processo de adoção para as duas meninas, de seis e três anos, respectivamente. Sob a guarda do casal Sfiligoy, as crianças foram reconhecidas por suas avós e, posteriormente, Tatiana também as reconheceu – três anos depois do sequestro que as separou da mãe. Os pais adotivos nunca negaram que Tatiana e Laura (ou Mara, como havia sido nomeada por eles) conhecessem sua história, e as crianças mantiveram seus vínculos biológicos. “A princípio, queria que Tati viesse morar comigo. Mas entendemos que Inés e Carlos haviam formado uma família e elas estavam bem”, contou certa vez a avó paterna de Tatiana, Amalia Pérez, que era sempre recebida de braços abertos na casa dos Sfiligoy. Casos como o de Tatiana e Laura, porém, foram raros. Tatiana Ruarte Britos Sfiligoy e Laura Malena Jotar Britos Sfiligoy, restituídas em março de 1980 ARCHIVO ABUELAS O mundo precisa saber Ainda em meio ao regime, as Abuelas tentavam disseminar sua luta com a ajuda de exilados e figuras de projeção internacional. Um dos nomes que abriu muitas portas foi Adolfo Pérez Esquivel. O pacifista e ativista de direitos humanos ganhou o Nobel da Paz em 1980 e recebeu uma missão especial para a viagem em que receberia o prêmio: “Chicha Mariani [uma das fundadoras das Abuelas] me disse: ‘Olha, tenho que falar com você. Se você vai se encontrar com o Papa, com o João Paulo II, você pode levar os relatórios sobre as crianças’. Eu disse a ela: ‘Bem, então me prepare’”, escreveu o professor no livro “La Convención sobre los Derechos del Niño en la Argentina”. O slogan “Aparición con vida”, adotado pelas Madres de Plaza de Mayo em dezembro de 1980, que definia a exigência feita pelas mães dos desaparecidos, foi incorporado também pelas Abuelas e outros organismos defensores de direitos humanos. O caso das crianças apropriadas chamou a atenção inclusive da Comissão de Direitos Humanos da ONU. Concomitantemente às buscas, que nunca cessaram, as avós procuraram apoio na comunidade científica internacional para pedir por uma solução genética que as ajudasse. A saída foi adaptar a tecnologia dos testes de paternidade para criar o chamado índice de abuelidad , por meio do qual passaria a ser possível confirmar parentesco entre crianças e outros familiares além dos pais – incluindo pessoas de diferentes gerações, como os avós. A partir dali, era uma questão de tempo, pressão social e vontade política até que a revolução científica incentivada pelas Abuelas saísse do papel. Após o fim da ditadura, em 1983, todos os ingredientes estavam postos para a criação do Banco Nacional de Dados Genéticos (BNDG), que aconteceu menos de quatro anos depois, em 1987. Dos 500 netos apropriados que calculam as Abuelas, 13 2 casos já foram resolvidos – e a grande maioria a partir das técnicas do Banco. Depois de criado, o órgão passou a receber amostras de sangue dos familiares que procuravam por algum dos filhos dos desaparecidos e até de pessoas que ninguém buscava, mas depois se descobriram netas das Abuelas . BEATRIZ GATTI 'Aparición con vida' foi um dos slogans defendidos pelas Madres e Abuelas de Plaza de Mayo no fim de 1980 Buscar e ser buscado Gerar a dúvida. Essa foi a estratégia que as Abuelas adotaram já nos primeiros anos do BNDG e mantêm até hoje. Havia uma mudança de direção importante no processo de buscas: as crianças apropriadas estavam crescendo e virando adolescentes ou até adultos. Embora as investigações nunca tenham parado, o papel de detetive já não fazia mais sentido e era hora de pensar em maneiras que incentivassem os supostos netos a refletir sobre sua identidade e a buscar sua verdadeira origem. Você sabe quem você é? BEATRIZ GATTI
- Buscarita | Como fazer a análise genética
Como fazer o teste Antes de chegar ao banco O resultado de um teste genético feito no Banco Nacional de Dados Genéticos é a última etapa de um minucioso processo de investigação sobre as origens de uma identidade. O BNDG só avalia amostras de sangue quando a análise de documentos, informações e depoimentos não permite excluir a possibilidade de que determinada pessoa seja filha ou filho de desaparecidos. Ou seja, não se sai fazendo análises de todos que suspeitam de sua identidade: elas são como a instância final para confirmar ou refutar a hipótese de que alguém seja neta ou neto das Abuelas de Plaza de Mayo. O primeiro passo é dar início à investigação. Ao longo dos anos, as Abuelas receberam muitas denúncias anônimas ou nominais em relação a possíveis casos de apropriação. Durante ou logo após a ditadura, não eram raras os telefonemas de vizinhos ou amigos que suspeitavam de um casal que havia aparecido, do dia para a noite, com um bebê em casa. Com as campanhas de conscientização das Abuelas, várias denúncias passaram a chegar também muitos anos depois do fim da ditadura a partir de quem resolveu contar o que sabia ou se lembrou de alguma informação que poderia ter a ver com casos de apropriação. Busca ativa pela própria identidade No final dos anos 1990, quando as Abuelas se deram conta de que os netos também poderiam estar em busca delas, a instituição criou a área de apresentação espontânea para receber pessoas com dúvidas sobre sua identidade. No segundo andar do prédio que abriga a sede das Abuelas, no bairro portenho de Montserrat, quatro pessoas se dividem para atender e fazer entrevistas com todos que chegam com suspeitas relacionadas à sua origem. os vínculos biológicos. “A ideia é gerar um espaço tranquilo, de muita conversa, que dura entre 45 minutos e 1 hora e meia”, conta Rodríguez, que trabalha na área há 17 anos. Como muitos documentos foram falsificados durante a ditadura, às vezes é difícil confirmar a data de nascimento. Mas há alguns caminhos que descartam a possibilidade de que alguém seja um possível neto das Abuelas. “Se a pessoa foi registrada antes de 1975, por exemplo, ela não é filha de desaparecidos”, afirma Rodríguez. “A certidão diz quando a pessoa foi registrada, que é diferente da data de nascimento. A data de registro é a que temos como verdadeira, porque ninguém vai registrar um bebê que ainda não tem”, acrescenta ela. Como a ditadura começou em 1976, não teria como alguém registrado em 1974 ter sido vítima de apropriação. A situação é diferente em casos de registro posterior a 1976. Paula Eva Logares, por exemplo, foi sequestrada junto à mãe em 1978 e registrada por militares como recém-nascida naquele ano. Só que ela já tinha quase dois anos. A investigação e análise desses documentos cabe à Comissão Nacional pelo Direito à Identidade (CoNaDI). Papel do Estado nas buscas Diferentemente do Banco Nacional de Dados Genéticos, a CoNaDI está aberta ao público para receber pessoas com dúvidas e ajudá-las na busca. Todas as pessoas que passam pela área de apresentação espontânea das Abuelas, inclusive, são encaminhadas à comissão, que é responsável por abrir investigações e dar prosseguimento (ou não) ao pedido de análise genética no BNDG. Para chegar ao Banco, portanto, todos os casos passam pela CoNaDI – exceto os que são investigados diretamente pela justiça, que também pode ordenar a realização de testes genéticos. "As Abuelas, como ONG, atendem a pessoa e a encaminham para a CoNaDI, que é o Estado. Então, pegamos essa informação, abrimos um arquivo e começamos a trabalhar no caso. Se a documentação não der respostas quanto à origem biológica da pessoa, ordenamos ao BNDG que colha uma amostra, realize a análise e nos informe o resultado." Manuel Gonçalves Granada secretário-executivo da CoNaDI e neto restituído pelas Abuelas de Plaza de Mayo em 1997 Uma delas é María Laura Rodríguez. Segundo ela, cerca de 500 pessoas entram em contato com as Abuelas anualmente para apresentar suas dúvidas. Esse número sofreu variações ao longo do tempo: começou com 50 pessoas nos primeiros anos, chegou a 800 após um programa de televisão abordar o tema da restituição e oscilou conforme restituições impactantes aconteceram, como a de Ignacio Montoya Carlotto, neto da presidenta Estela de Carlotto, em 2014. Nas entrevistas, que são confidenciais, o objetivo é identificar as pessoas que nasceram entre 1975 e 1980, anos considerados chaves para casos de apropriação, e entender o que motiva as dúvidas das pessoas. Há quem chegue já com a informação de que não é filho biológico de quem o criou – os que sabem que são adotados – e há quem suspeite sobre O músico Ignacio Montoya Carlotto, neto da presidenta das Abuelas, Estela de Carlotto, recuperou sua identidade em 2014 ARCHIVO ABUELAS As análises genéticas Cada amostra de DNA que entra no Banco tem seu perfil genético completo extraído – e uma parte é guardada como ‘reserva’ para análises posteriores. Com o perfil genético processado, um computador faz a comparação entre o material do suposto neto e o de cerca de 300 grupos familiares armazenados no Banco. “Em um caso de combinação, a primeira coisa a ser feita é repetir toda a análise a partir das amostras de reserva”, explica Florencia Gagliardi, chefe da área de DNA mitocondrial do Banco. A conclusão da análise é encaminhada à CoNaDI, que dá a notícia aos envolvidos de maneira sigilosa. Em caso de compatibilidade, o grupo familiar correspondente também é avisado. “Mas o resultado só é feito público se é da vontade da pessoa. As Abuelas informam [à sociedade] que encontraram um novo neto ou neta, que é filho de tal pessoa, e nada mais. Não revelam como a pessoa se chama atualmente, nem onde vive”, diz Manuel Gonçalves. “Isso é feito para que a pessoa possa ter o tempo de seu processo de restituição respeitado”, acrescenta o representante da CoNaDI. De acordo com Gagliardi, são realizadas entre 1 mil e 1,2 mil análises genéticas anualmente, e o tempo médio até que saiam os resultados é de cerca de três meses. Com a ajuda do BNDG, Carina Rosavik e Carolina Sangiorgi descobriram, após 40 anos, serem irmãs. O resultado foi descoberto em setembro de 2022 Outros casos (e causas) do Banco Criados para procurar exclusivamente os filhos de desaparecidos, a CoNaDI e o BNDG hoje também ajudam a resolver casos de tráfico de bebês que não tenham a ver diretamente com a ditadura. “A questão aqui é tratar de resolver a origem biológica das pessoas, não importa o período, quem esteve envolvido nisso ou a relação com a ditadura”, afirma Gonçalves. Há alguns anos, o Banco tem trabalhado em situações que não necessariamente são exclusivas ao terrorismo de Estado, o que já resultou em 19 reencontros entre mães e filhos que foram vítimas de tráfico de bebês. As análises também ajudaram a revelar casos de irmandade, como o de Carina Rosavik e de Carolina Sangiorgi , que se descobriram 100% filhas do mesmo pai e da mesma mãe após mais de 40 anos separadas. MAURO V. RIZZI/LA NACIÓN Netos que ninguém busca São 300 os grupos familiares que seguem à espera de um resultado positivo. “É um número dinâmico”, comenta Florencia Gagliardi. “Talvez algum grupo familiar tenha tido o caso resolvido e outros tenham sido incorporados.” A geneticista refere-se tanto à possibilidade de novas denúncias surgirem quanto às situações em que uma família descobre que a filha ou companheira do filho deu à luz enquanto estava presa em um dos centros de detenção. Foi o que aconteceu com Guillermo Amarilla Molfino. Em 2007, ele procurou as Abuelas para apresentar suas dúvidas e contar sua história, que o encaixava muito bem à possibilidade de ser um neto apropriado. Em sua certidão de nascimento, constava que ele havia nascido no Campo de Mayo, em Buenos Aires. Não estava escrito ‘Hospital Militar de Campo de Mayo’, mas apenas ‘Campo de Mayo’, que é uma base militar onde funcionaram um centro de detenção e uma maternidade clandestina. Guillermo deixou sua amostra no BNDG e posteriormente recebeu a notícia de que seu DNA não havia demonstrado compatibilidade suficiente com nenhum dos perfis do Banco. “Quando veio o resultado negativo, fechei as portas e disse ‘bem, essa questão acaba aqui’. O que eu queria era fazer uma pergunta, não importava se a resposta fosse sim ou não, qualquer opção era possível. A resposta foi não; então, aceitei, arrumei minha mochila e segui meu caminho”, conta ele. Dois anos depois, o depoimento de uma sobrevivente do Campo de Mayo alteraria a trajetória de Guillermo. Silvia Tolchinsky relatou em 2009 que Marcela Molfino estava grávida no ano de 1980, enquanto esteve detida no Campo de Mayo. Nem a sua própria família sabia, pois quando Marcela foi sequestrada, em 1979, a gestação estava ainda no primeiro mês. A partir do testemunho, as famílias de Marcela e seu companheiro foram ao BNDG deixar seu sangue – trinta anos depois dos desaparecimentos. “No caso em que integrantes são adicionados ao Banco e se monta um novo grupo familiar, todas as amostras de possíveis vítimas de apropriação que guardamos no Banco são comparadas a essa família”, explica Florencia Gagliardi. Portanto, cada nova inserção de grupos familiares à base de dados gera comparações com o material de todos os jovens que já haviam recebido um resultado negativo. Mesmo anos depois de ter fechado a porta para essa possibilidade, Guillermo descobriu ser filho de Marcela Molfino e Guillermo Amarilla, ambos desaparecidos desde o dia 17 de outubro de 1979. Ele não chegou a conhecer suas avós, que morreram na década de 1980 sem sequer saber da existência de um quarto neto além dos três filhos que o casal Molfino Amarilla já tinha. Aos 29 anos, Guillermo descobriu sua origem. Hoje, ele é membro do comitê diretor das Abuelas e trabalha para que o Museo Sitio de Memoria ESMA se torne patrimônio mundial da Unesco. CULTURA.GOB.AR Museo Sitio de Memoria ESMA, Buenos Aires Aqui funcionou um dos 762 centros de detenção e tortura utilizados pelos militares e espalhados pelo país durante a ditadura argentina ESMA/FLICKR
- Política de Cookies | Moray Dive School
Política de Cookies Se o seu site rastreia informações pessoais usando cookies ou tecnologias similares, deixe isso claro para os visitantes. Esclareça quais ferramentas de rastreamento são usadas (como cookies, flash cookies, web beacons etc.), quais informações pessoais elas coletam e por que elas estão sendo usadas. É importante observar que serviços de terceiros, como o Google Analytics ou outros aplicativos oferecidos por meio do Wix, que aplicam cookies ou usam outras tecnologias de rastreamento através dos serviços do Wix podem ter suas próprias políticas de coleta e armazenamento de informações. Como esses são serviços externos, essas práticas não são cobertas pela Política de Privacidade do Wix. Confira este artigo de suporte para saber mais sobre cookies e seu site Wix. As explicações e informações fornecidas aqui são apenas exemplos gerais. Não confie neste artigo como orientação jurídica ou como recomendações sobre o que você realmente deve fazer. Recomendamos que você busque orientação jurídica se precisar de ajuda para entender e criar sua política de cookies.
- Termos e Condições | Moray Dive School
Termos e Condições Os Termos e Condições (“Termos”) são um conjunto de termos jurídicos definidos pelo proprietário de um site. Eles estabelecem os termos e condições que regulam as atividades dos visitantes e o relacionamento entre os visitantes e o proprietário do site. Os termos devem ser estabelecidos de acordo com as necessidades específicas e a natureza de cada site. Por exemplo, um site que oferece produtos a clientes envolvendo transações de comércio eletrônico precisa ter termos que sejam diferentes dos termos de um site que oferece somente informações. Os termos dão ao proprietário do site a capacidade de se proteger em caso de uma possível exposição jurídica. Em geral, o que é preciso abordar nos Termos e Condições? Quem pode usar o site; quais são os requisitos para criar uma conta (se for relevante) Termos comerciais importantes oferecidos aos clientes Métodos de pagamento (Cartões de crédito/débito, PayPal, Boleto bancário, etc.) Salvaguarda do direito de modificar a oferta Garantias e responsabilidade por serviços e produtos Titularidade de propriedade intelectual, direitos autorais e logos Direito de suspender ou cancelar contas de membros Indenização Limitação de responsabilidade Direito de alterar e modificar os Termos Direito aplicável e resolução de demandas Informações de contato Confira este artigo de suporte para saber mais sobre como criar uma página de Termos e Condições. As explicações e informações fornecidas aqui são apenas exemplos gerais. Não confie neste artigo como orientação jurídica ou como recomendações sobre o que você realmente deve fazer. Recomendamos que você busque orientação jurídica se precisar de ajuda para entender e criar seus Termos.
- 404 | Buscarita
There’s Nothing Here... We can’t find the page you’re looking for. Check the URL, or head back home. Go Home
- 404 | Buscarita
There’s Nothing Here... We can’t find the page you’re looking for. Check the URL, or head back home. Go Home
- 404 | Buscarita
There’s Nothing Here... We can’t find the page you’re looking for. Check the URL, or head back home. Go Home
- 404 | Buscarita
There’s Nothing Here... We can’t find the page you’re looking for. Check the URL, or head back home. Go Home